João Correia Vieira

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  • Crónica 10. A aula de Matemática.

    Crónica 10. A aula de Matemática.

    Eu andava no antigo 7º ano, no recomeço das aulas a seguir ao Natal, decorria o princípio de 1975. Uma vez que a turma tinha sido reduzida a quinze alunos, dos trinta e dois que tinham iniciado o ano lectivo, fomos colocados na salinha dos mapas, no 2º piso do Liceu Salazar ou Liceu Normal…

  • Crónica 9. Um Bom Sentimento.

    Crónica 9. Um Bom Sentimento.

    (Nota: esta crónica foi escrita a 11 de Março de 2018, nessa altura ainda vivia em Setúbal. O que ela diz aplica-se ainda hoje ao grupo e a todos vós.) São 22:45 neste Domingo. Em Setúbal chove agora miudinho lá fora. Está uma noite fria, sei porque vejo que o termómetro indica 11ºC. Tem estado…

  • Crónica 8. O Homem no Vitória.

    Crónica 8. O Homem no Vitória.

    A partir de finais de 1973, princípios de 1974, o meu pai deslocava-se ao Norte de Moçambique com frequência, por vezes em longas temporadas. Nessas estadias no Norte, ficava a residir em Vila Cabral, a actual Lichinga. Estas deslocações mantiveram-se até Agosto de 1975. Uma parceria entre a Tâmega e a Azevedo Campos Irmãos Lda…

  • Crónica 7. As férias na Ponta do Ouro.

    Crónica 7. As férias na Ponta do Ouro.

    As “férias grandes” do liceu em Moçambique, entre anos lectivos, eram exactamente isso, grandes! No prédio Invicta morava o casal Guimarães, que eram amigos de longa data da nossa família. A Senhora era professora de Matemática e Físico-Química na Escola Industrial, situada na Avenida 24 de Julho, em Lourenço Marques. Ela depositava muita confiança em…

  • STEIA

    STEIA

    “Diz o meu saudoso amigo e protector Elias Avelar, que se fosse um dos felizes escolhidos para entrar na Universidade, mais rigorosa, mais selectiva e mais exigente de que há memória, seria na grande STEIA de Moçambique! Os mais invejosos e os que vociferavam por despeito… diziam que era escravatura… talvez… mas passados mais de…

  • Igreja de Sto António da Polana

    Igreja de Sto António da Polana

    “Localizada em Lourenço Marques, numa zona residencial dos anos 1960 (o Bairro Sommerchield), a igreja é a obra mais emblemática do arquiteto Nuno Craveiro Lopes (1921-1972), encomendada em 1959 e construída no início da década de 1960 (concluída em 1962). Objecto isolado, a igreja tem afinidades conceptuais, estruturais e formais com a arquitetura religiosa do…

  • Porto Amélia

    Porto Amélia

    Introdução. Porto Amélia, que hoje tem o nome da enorme baía ao lado, Baía de Pemba, foi criada após a constituição da majestática Companhia do Niassa. O lugarejo, bom para o turismo mas mau para quase tudo o resto, nem sequer tinha um porto, além de um pequeno molhe ali à frente. Seguindo as tradições…

  • Chinde

    Chinde

    Chinde é uma vila moçambicana, sede do distrito do mesmo nome, na província da Zambézia. Chinde está localizada na foz do rio Zambeze e foi elevada à categoria de vila a 13 de setembro de 1912. A pequena cidade de Chinde, localizada a aproximadamente 64 kilómetros ao sul de Quelimane, desenvolveu-se como o principal ponto…

  • A D.E.T.A.

    A D.E.T.A.

    DETA – Divisão de Exploração dos Transportes Aéreos (26/08/1936)DETA – Direcção de Exploração dos Transportes Aéreos (22/03/1962)DETA – Linhas Aéreas de Moçambique (1969) A 26 de Agosto de 1936 nasceu a Divisão de Exploração de Transportes Aéreos de Moçambique (DETA), que funcionou como uma divisão da Administração da Direcção dos Serviços de Portos, Caminhos de…

  • Gerard Pott

    Gerard Pott

    Amesterdão, 1858 – Lourenço Marques, 1927. Gerard Pott foi um cidadão holandês nascido em Amesterdão, Holanda, a 21 de Dezembro de 1858. Viveu grande parte da sua vida em Moçambique, tendo-se radicado em Lourenço Marques na década 80 do Século XIX. Pott, pode afirmar-se, conduziu uma vida controversa nos seus papéis de comerciante, principalmente de…

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