Cine-Teatro Gil Vicente
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Crónica 22. Um Filme no Gil Vicente.
Naquele Domingo em férias de Natal no final de 1973, a tarde arrastava-se e eu ía ficando impaciente em casa! Moçambique era quente e Lourenço Marques estava um braseiro. Seio-o quando abro e fecho a mesma gaveta vezes sem conta ao mesmo tempo que o calcanhar toca um ritmo sem nome numa bateria invisível. No…





