José Vieira
Arquivo
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Poema a Lourenço Marques
A Incomparável Vivência Em Moçambique Português Em 1958, este rapaz, então com 14 anos, deixou Lourenço Marques para vir até à Metrópole, onde ficou até 1964. Acontece que em 1962 as saudades de Xilunguine já eram muitas e o pretenso “poeta” saiu-se com esta. Poema a Lourenço Marques. PARTIDA Parti… Foi numa noite serena, estrelada,…
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Mainato “da roupa”
A Incomparável Vivência Em Moçambique Português Quem se lembra desta verdadeira máquina de lavar e passar roupa? Marca: mainato!
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Avenida das Indústrias, Matola
A Incomparável Vivência Em Moçambique Português Uma foto – tirada em Setembro de 75 – sem muita qualidade, mas mesmo assim, aqui vai com a pergunta: sabem que avenida era esta? Recta enorme que passava junto da Vidreira de Moçambique. Mais à frente, ficava a Cavan e a Pintex, depois da passagem da linha férrea…
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Velhos Colonos, 1953
A Incomparável Vivência Em Moçambique Português É sabido que aqui na “Metrópole” se acreditava que em Lourenço Marques topávamos a cada esquina com leões, crocodilos e macacada pouco simpática. Pois esta foto serviu várias vezes para fazer jus a essa ideia quando a mostrava por aqui (estive por cá a estudar) e o pessoal acreditava…





