Moçambique II – Manoel Joaquim Romão Pereira, (1846-1894), novas revelações sobre a sua colecção fotográfica, de Luísa Villarinho Pereira.
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Sinopse:
“Foi, efectivamente, um dos primeiros a retratar o que hoje é Moçambique, no período do início da então improvavelmente bem sucedida tentativa portuguesa de dominar aquele território africano.
Na altura em que ele andou por lá a fotografar, praticamente, literalmente, não havia lá portugueses, tirando uma mão cheia deles na pequenina Ilha de Moçambique e outro punhado num local ignóbil e lamacento chamado Lourenço Marques. Os dois locais tinham telégrafo graças à Eastern Telegraph. O resto era mato puro, e gente indigente a viver em regimes tribais primitivos.
Fiel ao contrato assinado, Romão Pereira fotografou o que encontrou, e que merece ser visto, que mais não seja para referência. É uma espécie de Ground Zero visual da colonização que viria a seguir. As imagens serviram para dar alguma consistência a algo que a elite portuguesa dizia que lhe pertencia mas que basicamente desconhecia na totalidade.” (sic The Delagoa Bay World – ABM).




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